Auditoria descobre que Estado gasta R$ 16 milhões com servidores mortos

Uma auditoria feita Controladoria Geral do Estado na folha de pagamento dos servidores públicos entre os anos de 2013 e 2015 descobriu verdadeiros absurdos. Um deles trata-se no pagamento de R$ 16,323 milhões em salários para 1.255 mil funcionários que já haviam falecido.

Do valor gasto inicialmente com "fantasmas", R$ 5 milhões acabaram sendo recuperados após uma decisão do Estado em fazer o recadastramento do funcionalismo. Outro desvio descoberto no levantamento da CGE foram os gastos indevidos de R$ 4,156 milhões com o pagamento de adicional por tempo de serviço para 200 servidores que não tinham direito ao benefício.

O mesmo esquema acabou sendo realizado para o pagamento de R$ 2,121 milhões em indenizações de licença prêmios e R$ 6,755 milhões com indenizações de férias.  Ao todo, o esquema na SAD teria provocado um rombo de R$ 29 milhões aos cofres do Estado.

O controlador Ciro Rdolho Gonçalves explicou que o Estado passará a realizar recadastramentos anuais para evitar novas fraudes. Ele avisa que o Estado buscará todas medidas para garantir o ressarcimento.

 

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