Categorias aderiram ao manifesto nacional contra reformas propostas pelo Governo Federal

A paralisação nacional marcada para a próxima sexta-feira (28) contra as Reformas Trabalhista e da Previdência Social e à Lei da Terceirização, propostas pelo governo Michel Temer (PMDB) já conta com a adesão dos trabalhadores do transporte público municipal e intermunicipal, professores das redes pública e privada de ensino, agentes penitenciários, médicos e policiais civis.

O diretor de imprensa do Sindicato dos Motoristas e Profissionais Trabalhadores do Transporte, Edival Luiz Pereira de Souza afirmou que a adesão da categoria deve ser de 100%. “Não serão somente os motoristas, mas mecânicos e funcionários do setor administrativo das empresas”. O setor conta com cerca de três mil trabalhadores na Grande Cuiabá.

Por outro lado, a Associação Matogrossense dos Transportadores Urbanos (MTU), informou através de assessoria de imprensa que é contrária à paralisação. O Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público (Sintep-MT) também confirmou por meio da assessoria de imprensa, que toda a categoria vai aderir ao manifesto. Nas escolas públicas não haverá aula na sexta-feira.

O Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed-MT) confirmou que vai aderir ao movimento. Os médicos vão trabalhar em regime de plantão, atendendo apenas urgência e emergência em todas as unidades médicas do Estado.

Em todo país, as centrais sindicais acreditam que dez milhões de trabalhadores devem participar da manifestação.

 

Fonte: Da Assessoria

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