Servidores rejeitam PEC e admitem nova greve geral em MT

Servidores de várias áreas do governo do Estado fazem manifestação intensa durante a 1ª audiência pública para discutir a Proposta de Emenda a Constituição (PEC) do Teto de Gastos. Durante apresentação do projeto pelos secretários Guilherme Müller e Gustavo Oliveira os manifestantes vaiaram e gritaram por greve geral.  

O presidente do Sindicato dos Servidores da Educação, Henrique Lopes, afirmou que a PEC só deve precarizar ainda mais o sistema educacional. Ele ressalta ainda que o projeto não garante a Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores. "A recomposição está condicionada a receita, isso está bem claro no parágrafo 50 do projeto, o que não garante que iremos receber o que foi acordado. Os servidores precisam se unir pra ir contra essa proposta".

A presidente do Sinetran, Dayane Renner explica que a situação do servidores em greve deve ser mantida. "O governo se recusa a negociar conosco e vamos continuar em greve. Somos totalmente contra essa PEC, que vai sucatear ainda mais o sistema".

O projeto que está na Casa de Leis desde a segunda quinzena de agosto deve ser aprovado até o dia 18 de outubro. A mensagem congela os gastos primários de todo Estado.

 

Fonte: Janaira Soares / Gazeta Digital

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