Cabo nega delação premiada em caso da Grampolândia Pantaneira

A defesa do cabo da Polícia Militar, Gerson Luiz Correa Junior, negou que o militar tenha firmado acordo de colaboração premiada com a Justiça. Nesta terça-feira, foram divulgadas informações de que o cabo tenha firmado acordo para colaborar com as investigações em troca de benefícios judiciais.

“A rigor, sequer houve qualquer protocolo de proposta de colaboração subscrita pelos patronos e/ou acusado”, diz a defesa.

Ontem, o cabo Gerson prestou depoimento no âmbito da “Operação Esdras”, que apura crime de obstrução a Justiça no caso dos grampos. Gerson Corrrea teve a prisão decretada neste inquérito na última semana. “O ato ocorrido na tarde do dia 16.10.2017, foi protocolar, sendo um simples interrogatório nos autos da operação Esdras (IP 81.132/2017)”.

Íntegra da nota:

A defesa do Cb PM Gerson Luiz Correa Júnior vem a público declarar que não procedem as notícias veiculadas na imprensa de Mato Grosso acerca de eventual acordo de colaboração do Cabo Gerson com a Justiça de Mato Grosso.

A rigor, sequer houve qualquer protocolo de proposta de colaboração subscrita pelos patronos e/ou acusado.

O ato ocorrido na tarde do dia 16.10.2017, foi protocolar, sendo um simples interrogatório nos autos da operação esdras (IP 81.132/2017).

A defesa nega  veementemente a celebração de qualquer acordo de Colaboração neste momento.

Por derradeiro, a defesa manifesta sua crença na hombridade das autoridades policiais e judiciais envolvidas.

Thiago de Abreu

Neyman Monteiro

Advogados

 

Fonte: Site Folha Max

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